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Matinta, Guardiã da Noite

Guerreiros Mura

No coração da floresta
Onde a Lua se esconde
Matinta Pereira canta cumpade!
E o silêncio se rompe

Rasga Mortalha, guardiã
Na escuridão, ela ecoa
Com o seu manto de mistério
A velha da noite voa

Com os seus olhos de fogo ardente
Ela guarda, ela pia!
Os segredos da natureza
Na penumbra vigia
Com sua risada que assusta
Assobio arrepiante
É a voz da consciência
Da floresta delirante

Quando a noite cai
E as estrelas despertam
Matinta Pereira surge
E os espíritos se alertam

Ela dança com os ventos
É dos animais a protetora
Rasga Mortalha a guaardiã
Da floresta a defensora

Matinta, Matinta, Pereira
Senhora sombria da floresta
Com o seu assobio tenebroso
Proteja a verde selva
Com o teu canto assombroso

Escrita por: Lurden Clay Monteiro, Hemanyel Pinheiro, Gamaniel Pinheiro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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