Horizonte à Vista
Guilherme Borré
Caminho na alvorada
E vejo a bela hora chegar
Nos dedos, já não se veem a ponta
O instrumento toca até só
E quem foi que diz que eu sou imã do espírito
Bem eu quem sou atraído pelo sangue vertido
Na cruz
Nos passos, cuidados de onde possuir
Do medo que envolvia me encorajei
Das frases lançadas ao vento
Bati o pó dos pés e parti
E quem foi que diz que eu sou imã do espírito
Bem eu quem sou atraído pelo sangue vertido
Na cruz
Na cruz
Da cruz eu vim
Da cruz sobrevivi do amor
Hei de ver na terra o céu, enquanto rasgo o peito
Ouço o som do trovão
Meu lar toca o chão
E quando ver o pôr do Sol, por favor vem



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