Ímpeto, Inquieto Insano
Guilherme Lacerda
Quando tanta coisa acontece
É que eu peço em minha prece
Uma tranqüila valsa que acalme
Esse meu ímpeto inquieto insano
Profano ramo desta alma
Que não se aprisiona
Sempre busca uma forma
Pra manifestar... A insatisfação
Plano, eu organizo os meus pensamentos
Dou rumo a minha trama consciente
Que o presente do amanhã me chama
Para trazer a tona o sentimento
No momento exato
Para se tornar um fato e mudar os ventos
Tempo, cada vez mais raro nesse meu cenário
A luta é bruta pra ficar no páreo
E as cartas desse velho baralho
Não produzem mais o orvalho
Necessário pra molhar a flor
Mas o jeito é ver o sol se pôr
E não se entregar



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