Me chamam, Mendigo
Guilherme Lacerda
Doido varrido me chamam mendigo
Vivo pedindo trocado
A sociedade não entende o que eu digo
E assim cada um pro seu lado
Eu sou a imagem do povo sofrido e já penei um bocado
E é por isso que eu canto e não temo o perigo
Acordo com Deus e durmo com o Diabo
O meu cobertor é um papelão que estendo no chão nas noites de frio
Sou lobo da noite também sou coiote, vou bebendo o meu corote
Se nada está bom, está tudo bem
Se está tudo bem é porque tá bom demais
Pra quem é mendigo e vive na rua a vida é dura pra ter sua paz
Sou mendigo sou, um mal social
Não me leve a mal porque ninguém se importa comigo
E assim eu sigo como um marginal que a sociedade criou e vê como seu inimigo



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