Malandros e Rosinhas
Gustavo Mineiro
Lá no morro da mangueira uma cruz a gente via
Noel que cantou a pedra bem em frente a ribanceira
Que enterrou a tal Rosinha do malandro apaixonado
Que entrou nessa roubada de se auto chacinar
Mas a morte hoje é tão fácil
Que ninguém procura ela
Tem gente que tá matando
Por comida na panela
E é lutando pra durar
É que eu me sacrifico.
Mas o amor daquele louco é o mesmo de um outro
Por uma outra Rosinha e é por isso que hoje em dia
Aquela cruz que a gente via não vê mais por que lá tem
Um barraco aonde brinca de casinha com piscina
A filhinha da Rosinha
Sonhando com outro malandro
Capaz de sacrificar
Tudo por ela também.



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