Poeira Baixa
Gustavo Pazda
Ela prometeu que ia ficar
Mas não esperou nem a safra chegar
Decidiu terminar, deixar a poeira baixar
Ela desfez da minha profissão
Me chamou de caipira, roceiro e peão
E que a minha lavoura não vale nenhum tostão
Falou que o meu gado era magro
Que eu não era nem pop nem agro
Que essa vida não é pro seu tipo
O seu nível de mulher
E aí eu quero ver, se o que eu plantei cê vai colher
Aí eu quero ver se a poeira vai baixar
Na frente da sua casa depois que eu passar
Na minha mitsubishi com minha nova paixão
Piso no acelerador, piso no seu coração



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