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Janelas Repetidas

Gustavo Veiga

Naquela noite onde a lua fez um ninho
Ruas de pedras e o céu pra clarear
Nessa cidade quero ser sempre menino
Inventor do meu destino dono do meu caminhar

O meu castelo sempre fica numa esquina
Uma menina às vezes vem me namorar
Eu vou brincar de roda e isso me alucina
E o que brilha lá na serra é o meu jeito de chorar

E aquela noite de janelas repetidas
Você não volta pra sonhar, que agonia
Me dói a alma e a cidade vai pra onde
Somente luas, luas, luas, luas e horizontes

Uma janela sempre vai se abrir pro mundo
Nenhum segredo nem o medo de sonhar
Algum cantor tenta inventar a melodia
E a cidade quem diria sempre vai querer cantar

E aquela noite de janelas de janelas repetidas
Você não volta pra sonhar, que agonia
Me doi a alma e a cidade vai prá onde
Somente luas, luas, luas, luas e horizontes


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