
História do Chapéu e do Gibão
Iguinho e Lulinha
Eu sou um vaqueiro velho destemido do Sertão
Já domei cavalo brabo, derrubei touro na mão
Sou da terra do cangaço, a terra de Lampião
Faço parte da história do chapéu e do gibão
Nasci lá no pé da serra, mas não nego meu torrão
Eu conheço Quebrangulo como a palma da minha mão
Seguidor de seu Luiz, eterno rei do baião
Faço parte da história do chapéu e do gibão
Hoje eu moro na cidade, mas guardo a recordação
Quando eu levava o gado pra beber no ribeirão
Das cantigas de aboio, das corridas de mourão
Tudo faz parte da história do chapéu e do gibão
Tenho alma de poeta, Deus me deu inspiração
Pra matar minha saudade eu canto pra o meu Sertão
Meu sangue é de sertanejo, eu dedico essa canção
Pra quem faz parte da história do chapéu e do gibão
Eu sou um vaqueiro velho destemido do Sertão
Já domei cavalo brabo, derrubei touro na mão
Sou da terra do cangaço, a terra de Lampião
Faço parte da história do chapéu e do gibão
Nasci lá no pé da serra, mas não nego meu torrão
Conheço meu Quebrangulo como a palma da minha mão
Seguidor de seu Luiz, eterno rei do baião
Faço parte da história do chapéu e do gibão
Hoje eu moro na cidade, mas guardo recordação
Quando eu levava o gado pra beber no ribeirão
Das cantigas do aboio, das corridas de mourão
Tudo faz parte da história do chapéu e do gibão
Tenho alma de poeta, e Canindé é a região
Pra matar minha saudade eu canto pra o meu Sertão
Meu sangue é de sertanejo, eu dedico essa canção
Pra quem faz parte da história do chapéu e do gibão



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