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Milonga da Chuva

Ildo Martins

É nesses dias assim que me vem a inspiração
Pra me expressar tudo o que eu sinto, dentro do meu coração
Da janela vejo a chuva, escuto a assobio do vento
E o canto dos passarinhos, entra no meu pensamento
Molha campos, plantações, deixa o solo submerso
À água que mata a sede, dá inspiração pros meus versos

Vejo campos, vejo matos, também vejo criações
A chuva cai de mansinho, no telhado dos galpões
Vai ter água a vontade a estiagem foi embora
Rios que estavam quase secos estão botando água pra fora

A natureza agradece ao grande pai criador
Com as mãos voltadas para o céu, vibra o agricultor
Essa gotas tão preciosas me inspiraram a cantar
E os feitos divinais temos que admirar

Escrita por: Letra e Interpretação: Ildo Martins. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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