Inferno
Ingrena
Meu inferno sou eu
Sou cadente, decadente
Declino perseverante no instinto degradante
Meu desejo oprime o teu
Minha carne quer pecado
Meu amor dissimulado
Queimo se não posso o ter
Prazer, prazer, prazer, prazer
Penar lamento por querer
Prazer, prazer, prazer, prazer
Pele, abraço, corpo, pedaço
No meu céu não há virtude
Quando a paixão é o acaso
Refuto meu superego
Me conduzo ao pecado
Do santo a iniquidade
Do divino ao ímpio
Fraudo todas as verdades
Me devoto ao imediato
Prazer, prazer, prazer, prazer
Penar lamento por querer
Prazer, prazer, prazer, prazer
Pele, abraço, corpo, pedaço
O inferno são os outros



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