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Percura Cigana

Iris da Selva

As veias abertas da minha rua
Me contam histórias de um rio que existiu
Ali na cigana fazia a curva
E toda encruza partia pra lá
Só pra ver o rio passar
Só pra ver o rio passar
Só pra ver o rio passar
O rio passar

Só pra ver o rio passar
Só pra ver o rio passar
Só pra ver o rio passar
O rio passar

Todo dia era 2 de fevereiro
E a água provia pra se viver
Meu porto deixou de ser o cruzeiro
E o rio começou a endurecer
Ninguém viu
Água passar
Ninguém viu
Água correr
Ninguém viu
Água passar
Água passar

Ninguém viu
Água passar
Ninguém viu
Água correr
Ninguém viu
Água passar
Água passar

Desde que o rio se foi
E eu só vejo estrada velha
Rezo para meu senhor (minha mãe)
Pra que eu nunca vire pedra
Pedra, pedra rolou

Desde que o rio se foi
E eu só vejo estrada velha
Rezo para meu senhor (minha mãe)
Pra que eu nunca vire pedra
Pedra, pedra rolou

Escrita por: Iris da Selva. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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