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Cidade Morta
Ivaldo Moreira
O mesmo sangue, a mesma cor
Os mesmos olhos, a mesma dor...
Em cada palavra o mesmo gesto
Em cada silêncio o mesmo medo de senti r...
O mesmo corte sem precisão
A marca fria no mesmo chão.
Não, não vou ser... o que querem fazer de mim
Não vou ser ... o fim de nada
O que querem fazer de mim...?
Não vou ser:
Homem de vidro e corte
Cidade morta, não vão fazer... vais ver...vais ver...
O gosto da água podre
O mesmo veneno prá quem beber... vais ver...vais ver...
Escrita por: Ivaldo Moreira. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Julian. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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