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No Dia Em Que Me Casei
Jacó e Jacozinho
No Dia Em Que Me Casei
(“- Olá meu chapa! A quanto tempo que eu não vejo você. Você sumiu, bicho?
- Que nada, tô por aí
- Você alembra daquela mina que deu o cano em nós dois?
- Lembro
- Pois então, conquistei ela e casei com ela
- Não brinca!
- No duro. Vô te conta, tô levando a maior vida de rei
- É verdade? Verdade mesmo?
- Vô contá minha história toda pra tu, cantando. Vamo lá!
- Faz um segundão aí pro papai
- He, he, he, he, he!”)
O dia que me casei
Deu um bafafá danado
Casei na delegacia
Lá do nosso povoado
Meu sogro foi testemunha
Com o berro carregado
Se eu falasse que não, bicho!
Eles tinham me apagado
(“- Que boca quente que tu entrô, em meu chapa?
- Boca quente nada, meu. A boca é muito rica, o sogrão é cheio do tutu e vô te contá pra você, fazendo o cigarro aí, tá?
- He, he, he, he, he!”)
Casamento esforçado
Muitas vez não é ruim
Durmo num colchão de mola
Já não durmo no capim
Eu não brigo com a mulher
Vou vivendo até o fim
Porque se eu bater nela, bicho!
Meus cunhado bate em mim
(“- Mancada, meu! Eu não entro nessa não, bicho! Conversa!
- Eu tô na minha, né meu chapa?
- Moringa fresca, burro na sombra e vô te contá, em!
- Vai fazendo a segunda aí que tu vai vê só que coisa bacana
- He, he, he, he, he!”)
Trabalhar eu não trabalho
Não dô bola pra ninguém
Vida boa igual a minha
Não é qualquer um que tem
Lá na casa do meu sogro
Vou vivendo muito bem
Ele trata da menina, bicho!
Do papai aqui também
(“- Aí tá legal, meu! A tua esposa não tem uma irmã solteira não, meu camarada?
- Que nada meu chapa, é filha única, bicho!
- Mas então eu tô pesado!
- Vai fazendo uma segunda aí que tu vai vê só que coisa bacana
- He, he, he, he, he!”)
Canto moda de viola
Para não ouvir fuxico
Pois o velho até suspire
Nos ponteado que repico
O velhão era pão duro
Já deixou de ser ridículo
Pra viver sem trabalhar, bicho!
Precisa ser bão de bico
(“- Mas que legal, bicho! Arruma uma boca rica dessa pra mim, pô!
- Arrepia meu chapa, tu é quadrado meu!
- Será que deu zebra outra vez? E eu entrei pro cano, meu camarada!
- Não quero nem sabê da sua vida, tá?
- Pô, mas essa aí foi muito boa, bicho! Gostei, gostei. Agora se eu entrei pro cano outra vez, eu vô pegá a minha moto e vô deitá o cabelo, tá?”)
El día en que me casé
El día en que me casé
Causó un gran revuelo
Me casé en la comisaría
Del pueblo donde vivimos
Mi suegro fue testigo
Con la voz cargada
Si hubiera dicho que no, amigo!
Me habrían borrado
Matrimonio esforzado
Muchas veces no es malo
Duermo en un colchón de resortes
Ya no duermo en el pasto
No peleo con mi mujer
Voy viviendo hasta el final
Porque si le pego, amigo!
Mis cuñados me pegan a mí
No trabajo, no trabajo
No le doy bola a nadie
Una vida buena como la mía
No cualquiera la tiene
En la casa de mi suegro
Voy viviendo muy bien
Él cuida de la niña, amigo!
Del papá aquí también
Canto música de viola
Para no escuchar chismes
Pues el viejo hasta suspira
Con los acordes que toco
El viejito era tacaño
Ya no es ridículo
Para vivir sin trabajar, amigo!
Hay que ser bueno de labia



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