
Eu Sou de Vento e de Pó
Jairo Lambari Fernandes
Aqui estou meu ranchito
Que então me atende solito
Por parador e cruzado
O que envelheces não seis
De te querer em querência
De onde te quero morada
Humilde rancho moreno
Significo pequeno
Frente essas preces que escrevo
Tu enriqueces de ausência
Meu oratório e querência
Quanto carinho te devo
Quando desaba o novembro
Renasce o pasto e me lembro
Da minha sede de andar
E tu me abriga das mágoas
Entrega a quincha pra águas
Que me dominam no olhar
Quando desaba o novembro
Renasce o pasto e me lembro
Da minha sede de andar
E tu me abriga das mágoas
Entrega a quincha pra águas
Que me dominam no olhar
Quando secar novamente
O pranto da água que a gente
Teima em prender quando só
Vou te deixar meu ranchito
Que então me atende sólito
Que eu sou de vento e de pó
Quando desaba o novembro
Renasce o pasto e me lembro
Da minha sede de andar
E tu me abriga das mágoas
Entrega a quincha pra águas
Que me dominam no olhar
Quando desaba o novembro
Renasce o pasto e me lembro
Da minha sede de andar
E tu me abriga das mágoas
Entrega a quincha pra águas
Que me dominam no olhar



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