
A Mãe dos Condenados
Jalu Maranhão
Uma metade santa
Outra metade bruxa
Queima na fogueira
Tua asma da minha vaidade
Que te quero como queiras
O teu sorrir de anjo
Teu olhar de feiticeira
A graça suburbana atravessando a rua
Para até um trem
As Maristelas da nobreza
Morrem de inveja ao olhar também
Eu sigo na contramão...
Uma metade bruxa
Outra metade santa
Mãe dos condenados
Surgiu na minha frente
Fui eu sem ser culpado
Isento no seu jogo
Apostei rasgou o meu baralho
Eu finjo que me engano
Mas o fim da história eu já conheço bem
Meu coração de me embriago
Engrosso o coro dos que atiram bem
Bebendo aqui neste bar...



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