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Estandarte Poesia
João Araújo
Olha como flutua
Esse estandarte louco!
Deixa o desejo solto
E faz arrepiar
Vem colorindo as ruas
Prédios tombados, pontes
Rompendo os horizontes
Do céu azul e do mar
Vejam que maravilha
Essa folia resplandecer
Vai ver que a dor existe
Mas não insiste em aparecer
São poetas, cantores, bandolins, canções
Redesenhando fantasias e emoções
O frevo vem de um Bloco em Poesia
Brota na rua e vai pra imensidão
Vai, explode e o povo sai cantando
Com o coração na mão
Misturando o futuro
Com aquilo tudo que é tradição
Escrita por: Adalberto Cavalcanti / João Araujo. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por joao. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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