Samba No Cais
João Bosco do Nordeste
Mesmo que a juventude lhe chame de louco
Você já sabe que o dever é pouco, de se viver vivendo por viver
E, se o mendigo lhe parar na rua, dê a esmola que já era sua
Ele tem mesmo é pena de você
Samba no cais, agora vou ver quem dá mais
A vida é balanço e trem bala, e sem descanso na sala
Carta marcada, foi a solução simulada, de quem já sabia o que era
Essa geração complicada
Quando o cigarro estourar seu peito
A cachaça não terá defeito, mas você não vai poder saber
Pois sem ter saúde acaba a riqueza, e a esperteza virando a tristeza
O barco afunda no cais desse mar
Samba no cais, agora vou ver quem dá mais
A vida é balanço e trem bala, e sem descanso na sala
Carta marcada, foi a solução simulada, de quem já sabia o que era
Essa geração complicada
Samba no cais, agora vou ver quem dá mais
A vida é balanço e trem bala, e sem descanso na sala
Carta marcada, foi a solução simulada, de quem já sabia o que era
Essa geração complicada
De quem já sabia o que era, essa geração, complicada



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