Alô Moçada
João Mendes e Patriarca
Alô moçada, companheiro e amigo
Eu venho vindo pra lhe visitá
Lá de outras terras da grande serra
Das lindas noites que nasce o luá
Quero que saibas que sou violêro
Violêro banzêro bem naturá
Quero que saibas que sou nascido
Nascido e criado neste lugá
Lá bem distante do meu abrigo
Com os amigo eu vivo a cantá
Mas só não esqueço da linda moçada
A companheirada que eu vivo a cantá
Quero que saibas que sou violêro
Violêro banzêro bem naturá
Quero que saibas que sou nascido
Nascido e criado neste lugá
Aceito um abraço destes dois irmão
Dois violêro bão que outros não tem iguá
Em quarqué terrêro aceita parada
E a derrotada é sem duvidá
Quero que saibas que sou violêro
Violêro banzêro bem naturá
Quero que saibas que sou nascido
Nascido e criado neste lugá
Assim me despeço de vocês amigo
E pro meu abrigo eu já vô vortá
Mas vóis não esqueça destes dois violêro
E nesse terrêro começo a cantá
Quero que saibas que sou violêro
Violêro banzêro bem naturá
Quero que saibas que sou nascido
Nascido e criado neste lugá



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