O Cantor de Serviço
João Monge
Vêm de veludo encarnado
No andar um mistério qualquer
Nem discreto, nem ousado
O rosto bem aparado
Com sapatos de mulher
Tudo é fogo, tudo é mar
Quando as luzes mudam de cor
Tudo cabe no mesmo lugar
Sortilégios do cantor
Podem pedir canções
Eu faço por cantar
Escolham as ilusões
Nada mais posso dar
Sobem de tom as cantigas
A orquestra por trás a puxar
São as grandes avenidas
Onde se vive outras vidas
A navegar, a navegar
Tudo é sagrado e profano
Esta noite o encontro é total
Neste palco, mano a mano
Até ao compasso final
Podem pedir canções
Eu faço por cantar
Escolham as ilusões
Nada mais posso dar



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