Apologia
Jobeco
Apologia
Autoria e interpretação: Jobeco
Tom: D
Semelhante à natureza choro sim.
Qual profeta antevendo o grande fim.
Como flores que se abraçam ao nascer.
Nas caladas das manhãs de primavera.
Na ganância que so cega os coraçoes.
Vejo os homens carregados de ambições.
Que pensando em viver vao nos levando.
Ao final triste sinal que nos espera.
Numa estrêla, mil estrêlas e menos terra.
O que será?
Triste Adeus aquela curta eternidade e sim.
Infalível vai o homem que nao erra.
Coroar livre seu fim a humanidade, assim.
Infalivel vai o homem que nao erra.
Coroar livre seu fim a humanidade.
Solo...
Na ganância a natureza choro sim.
Vejo os homens que se abraçam ao morrer.
Qual profeta nas manhãs de primavera.
Como anjos na esperança de viver.
Numa estrêla, mil estrêlas e menos terra.
O que sera?
Um planeta que explodiu na eternidade e sim.
Infalivel vai o homem que não erra.
Na agonia coroar a humanidade, assim.
Infalivel vai o homem que nao erra.
Na agonia coroar a humanidade, assim.
Infalivel vai o homem que nao erra.
Na agonia coroar a humanidade do seu fim.
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.



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