
Súplica Das Ruas
Jorge Camargo
Eu peço uma lata de leite
Imploro um pedaço de pão
Suplico que alguém me aceite
Por vezes o que eu ouço é um não
E sigo nas ruas pedindo parece que o tempo parou
Na dor atroz que estou sentindo
A esperança que se acabou
É triste viver no abandono
Saber-se que não é ninguém
Não ter companhia nem dono
E nem fé do que ainda vem
E hoje não tem pão nem leite
Não tem gente a quem recorrer
Que ouça que ore que aceite
O grito de quem quer viver
Deus dos desesperados dos desvalidos que não tem lar
Deus dos desabrigados que não tem teto aonde se abrigar
Deus dos desamparados dos desprezados que não tem voz
Recebe o nosso rogo responde logo
Recebe o nosso rogo responde logo
Por Jesus



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