Madrugadas de Dor
Juscelino e Juscelito
Num casebre triste de uma rua escura
Brilha a luz vermelha constantemente
E neste recanto vive uma mulher
Que outrora foi a flor deste ambiente
Esta criatura que ali padece
Aos poucos envelhece sem ter mais amparo
Nos anos passados teve um rico posto
Só por ter no rosto um encanto raro
Ela possuiu tudo quanto quis
Foi muito feliz, teve um doce lar
Mas com o orgulho de graciosa dama
Os degraus da fama chegou conquistar
E nas madrugadas entre os boêmios
Tinha como prêmio sempre um novo amor
E sem perceber que o presente passava
A ela restava uma grande dor
Hoje abandonada pelos companheiros
Só o desespero vem lhe abraçar
Chora ao ver as rugas cobrir o seu rosto
Sente um tal desgosto por não ter um lar
E neste casebre vai morrendo aos poucos
Nem sequer um louco a quer por esposa
E a luz vermelha brilhando na porta
Mostrando a derrota de uma mariposa



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