Escorpiana
Kiko di Faria
Ela nasceu, já no finzinho, da estação da primavera
E ao nascer, encantou, até as estrelas
Que para vê-la, encheram, o céu de esplendor
E mesmo a Lua, que poderosa, em pleno ciclo crescente
Surgiu no céu, de repente, para ver, o pingo-de-gente
Que ofuscava a noite, com o seu fulgor
Pois era ela, que ali nascia, poderosa escorpiana
Lírio da Chapada com o nome de Suzana
Conforme fôra, pelo seu pai, batizada
Lírio Negro, linda de pele morena, pétala rara, doce e amena
Dos jardins lá do Sertão, guarda segredos, dentro do seu coração
Canção inteira, cantada numa nota só
Pois seu amor, tão bem guardado, em seu seio, de menina
Em seu olhar desvela, um meigo ser que fascina
E que, por ser quem é, faz o mundo, bem melhor
Pois era ela, que ali nascia, poderosa escorpiana
Lírio da Chapada com o nome de Suzana
Conforme fôra, pelo seu pai, batizada: Lírio Negro
Linda de pele morena, pétala rara, doce e amena
Dos jardins lá do Sertão, guarda segredos, dentro do seu coração
Canção inteira, cantada numa nota só
Pois seu amor, tão bem guardado, em seu seio, de menina
Em seu olhar desvela, um meigo ser que fascina
E que, por ser quem é, faz o mundo, bem melhor
Suzana
E que, por ser quem é, faz o mundo, bem melhor
Suzana



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