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Quando Chega A Dor

Kiko di Faria

Um poema dolorido, de ser frágil e tão sofrido, se que dói e ama

Quando a dor profunda e inaliviável
Chega e toca nossa frágil carne
Parece que até a alma sangra
E sem querer se traí e pelo nome dela chama, clama

É impossível não titubear, se lamentar e se sentir, abandonado
Sensação de impotência e de falência, diante da dor
Faz nos reduzidos a um trapo, um farrapo, mendigando amor

Ó Deus! Para onde vais exatamente nessas horas?
Sofro e choro, minhas preces não te alcançam, morrem minhas esperanças
E a solidão me devora!

Ó Deus! Me perdoe, se no desespero que me abraça
Não há nada que me acalme e que me faça
Entender, que a vida é mesmo assim, tudo tem um fim e enfim, tudo passa!

Tudo isso, ainda é muito pior
Quando a pessoa amada, já não se encontra só
Seguiu em frente e encontrou outro caminho
E você se vê, perdido, abandonado e tão sozinho!

Ó Deus! Para onde vais exatamente nessas horas?
Sofro e choro, minhas preces não te alcançam, morrem minhas esperanças
E a solidão me devora!

Ó Deus! Me perdoe, se no desespero que me abraça
Não há nada que me acalme e que me faça
Entender, que a vida é mesmo assim, tudo tem um fim e enfim, tudo passa!


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