
Tarja
Lam Parkinson
Conto o tempo e contra o tempo, eu já não tenho tempo
Só palavras vazias
Algarismo entre risco, e alguns risos
Sol alto tardia, bom dia
Como um giz quebrado, pó em minhas mãos
Deslizando em um quadro
Narro minhas aventuras ao silêncio
Com vinho barato, no quarto
É, pode ser, que o desenho, saltando do braço faça
O refrão de uma canção, e abra a cortina, esguia
Paro o astro com ponteiro, eu reconheço o erro
E atuo de novo a cena de um precipício, só pra sentir o vento
Conto segundos inversos, salmão e correnteza, lutando em não ser presa
Voltando ao começo, sem medo
Grito o deserto inteiro, eu quebro o espelho
E procuro em pedaços, um abraço forte
Que me aqueça o frio
Em um minuto desperto, fragrância de veneza
Anel de tarja preta
Estou acordado
Vivendo um pouco igual a você



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