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Tampa das Camionete (part. Hugo Henrique)
Luan Pereira
Tampa das Camionete (part. Hugo Henrique)
Foto amarela, cheia de poeira, achei por acaso
Eu não tinha nem cinco levava um sorriso
E uma bola debaixo do braço
Eu lembrei que eu sinto falta
Do golzinho de chinelo na rua
E da minha da minha mãe brigando pra eu entrar
Senão ia gripar menino olha a chuva
Mas o que eu mais sinto falta
É do meu eu bebia nas tampa da camionete
É do meu eu que legendava as foto com hoje promete
Por que eu não conhecia você
Logo não dependia de você
Hoje eu dia eu preciso de uma dose
Com seu nome escrito
Direto na veia pra eu pode viver
Por que eu não conhecia você
Logo não dependia de você
Hoje eu dia eu preciso de uma dose
Com seu nome escrito
Direto na veia pra eu pode viver
Eu lembrei que eu sinto falta
Do golzinho de chinelo na rua
E da minha da minha mãe brigando pra eu entrar
Senão ia gripar menino olha a chuva
Mas o que eu mais sinto falta
É do meu eu bebia nas tampa da camionete
É do meu eu que legendava as foto com hoje promete
Por que eu não conhecia você
Logo não dependia de você
Hoje eu dia eu preciso de uma dose
Com seu nome escrito
Direto na veia pra eu pode viver
Por que eu não conhecia você
Logo não dependia de você
Hoje eu dia eu preciso de uma dose
Com seu nome escrito
Direto na veia pra eu pode viver
É do meu eu bebia nas tampa da camionete
É do meu eu que legendava as foto com hoje promete
Por que eu não conhecia você
Logo não dependia de você
Hoje eu dia eu preciso de uma dose
Com seu nome escrito
Direto na veia pra eu pode viver
Por que eu não conhecia você
Logo não dependia de você
Hoje eu dia eu preciso de uma dose
Com seu nome escrito
Direto na veia pra eu pode viver
Tapas en la camioneta (parte. Hugo Henrique)
Foto amarilla, llena de polvo, la encontré por casualidad
No tenía ni cinco años, llevaba una sonrisa
Y una pelota bajo el brazo
Recordé que extraño
El golcito de chanclas en la calle
Y a mi mamá regañándome para que entrara
O si no me resfriaría, mira la lluvia
Pero lo que más extraño
Es mi yo que bebía en la tapa de la camioneta
Es mi yo que subtitulaba las fotos con 'hoy promete'
Porque no te conocía
Por lo tanto, no dependía de ti
Hoy en día necesito una dosis
Con tu nombre escrito
Directo en la vena para poder vivir
Recordé que extraño
El golcito de chanclas en la calle
Y a mi mamá regañándome para que entrara
O si no me resfriaría, mira la lluvia
Pero lo que más extraño
Es mi yo que bebía en la tapa de la camioneta
Es mi yo que subtitulaba las fotos con 'hoy promete'
Porque no te conocía
Por lo tanto, no dependía de ti
Hoy en día necesito una dosis
Con tu nombre escrito
Directo en la vena para poder vivir
Porque no te conocía
Por lo tanto, no dependía de ti
Hoy en día necesito una dosis
Con tu nombre escrito
Directo en la vena para poder vivir
Es mi yo que bebía en la tapa de la camioneta
Es mi yo que subtitulaba las fotos con 'hoy promete'
Porque no te conocía
Por lo tanto, no dependía de ti
Hoy en día necesito una dosis
Con tu nombre escrito
Directo en la vena para poder vivir
Porque no te conocía
Por lo tanto, no dependía de ti
Hoy en día necesito una dosis
Con tu nombre escrito
Directo en la vena para poder vivir



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