Drow Conclave ptbr

ludmilla von friek

Nas profundezas das sombras, onde o silêncio se entrelaça
Sob a terra, a escuridão respira
Um trono de cinzas, onde sussurros se espalham
O conclave convoca, onde almas sangram

Eu me elevo nas asas do véu do crepúsculo
Ludmilla, perdida nesta trilha assombrosa
O luar sussurra segredos terríveis
Uma coroa de espinhos e sonhos em chamas

O beijo da corrupção a cada respiração
Eclipsada por medos que dançam com a morte
Em salões de obsidiana, nosso pacto se desfaz
Um labirinto forjado em mentes torturadas

Nos reunimos, o círculo amplo
Com corações vazios, não podemos nos esconder
Os ecos proferem uma maldição
No coração das sombras, encontramos nosso reino

Oh, conduza-me à costa da perdição
Onde o silêncio reina e os sussurros rugem
Na dança dos sem alma, nos entrelaçamos
Filho da corrupção, meu coração é teu

Oh, sob as estrelas, onde as sombras rastejam
Lançarei meu destino, a escuridão profunda
No seio do ritual, romperemos a noite
Abraçaremos o vazio, revelaremos a luz

Em sonhos de cinzas, vejo seu disfarce
Seduzido pelo poder, sob nossas mentiras
Os sigilos brilham com um tom carmesim
Entrelaçados na teia dos poucos caídos

Um destino distorcido que tecemos em temor
Por corredores onde os perdidos fugiram
Em cada cântico, ouça os segredos suspirarem
Uma harmonia nascida das profundezas que clamamos

Nos reunimos, a chama se acende
Com corações vazios, trilhamos as luzes
Os ecos anunciam uma maldição
No coração das sombras, encontramos nosso reino

Oh, conduza-me à costa da perdição
Onde o silêncio reina e os sussurros rugem
Na dança dos sem alma, nos entrelaçamos
Filho da corrupção, meu coração é teu

Oh, sob as estrelas, onde as sombras rastejam
Lançarei meu destino, a escuridão profunda
No seio do ritual, romperemos a noite
Abraçaremos o vazio, revelaremos a luz

Um espelho rachado, refletindo o medo
A cada olhar, meu fim se aproxima
O submundo chama, acena com verdade
Onde cada batida do coração cai desalinhada
Na névoa do ritual, perdemos a visão
À medida que as bordas se confundem e desaparecem da luz
Para sempre ligados pelos laços que juramos
Na dança das sombras, renascemos

Nas profundezas negras, meu espírito voa
Ludmilla perdida, onde a escuridão reina
Vagando para sempre, jamais livre
Uma princesa presa à eternidade


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