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Outra Canha Pa'un Viejo

Luiz Marenco

Pulpeiro, uma canha
Pra o consolo de uma pena
Que, com a ponta da adaga
Uma mechita de pêlo
Cortou rente al cuero
Hace mucho uma guaina

Desarrollando um bagual lá pra ao lado da canhada
Havia uma lagoa empastada entre seibos e sauzal
Pois era ainda moço quando deu-me o regalo
Que ainda trago entrelaçado nas rédeas do bocal

Pulpeiro, outra canha
De bolcar pros costado'
Pois a guaina que falo
Me desvia o olhar

Pulpeiro, outra canha
De bolcar pros costado'
Pois a guaina que falo
Me desvia o olhar

Nem parece aquela qual guardei tantos besos
E me jurava com resos un amor imortal
E, por culpa da dor, até o Zaino da encilha
Que era florão da tropilha, deu mancarrón ao enfrenar

Desculpe a insistência
Deste viejo torena
Mas, pulpeiro, outra canha
Pra o consolo de uma pena

Desculpe a insistência
Deste viejo torena
Mas, pulpeiro, outra canha
Pra o consolo de uma pena

Escrita por: Evair Suárez Gomes / Juliano Gomes. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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