Seco Seu Gelo
Luiza Carmo
Seco seu gelo
Te vejo espalhar
Se derrama
Te recolho
Coleto e enxugo
Seco seu gelo
Te vejo me olhar
Cê se arranha
Eu me mordo
Completo e no escuro
Te firmo forte pelo olhar
Difícil e descompassar
Cutuco sempre em vara curta
Seu santo que me fez refém
Roubou o meu bem estar
Me pega sempre em vara curta
E me diz
Pra onde que vai esse meu bem estar?
Vem logo e me diz
Pra onde que vai?
Seco seu gelo
Transbordo seu mar
Suo rios, oceanos
No escuro
Me perco sempre pelo olhar
Flutuo até me afogar
Cutuco sempre em vara curta
Seu santo que me fez refém
Roubou o meu bem estar
Me pega sempre em vara curta
E me diz
Pra onde que vai esse meu bem estar?
Vem logo e me diz
Pra onde que vai?
E me diz
Pra onde que vai esse meu bem estar?
Vem logo e me diz
Pra onde que vai?
E não adianta mais
E não adianta mais
E não adianta mais pedir



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