Mulher Sem Dono
Luizinho de Irauçuba
Você jurou que me amava
Também jurei a verdade
Mais veio a realidade
E tudo desmoronou
Passou o tempo, ficou tudo diferente
Você mudou de repente
Esqueceu o que jurou
Você zombou da minha cara
E quer voltar pra mim agora
Como papel de banheiro
Me enrolou o tempo inteiro
Me usou e jogou fora
Como papel de banheiro
Me enrolou o tempo inteiro
Me usou e jogou fora
Só que eu sou abençoado
Nasci com a estrela na testa
Conviver com quem não presta
É um grande aprendizado
Passou a onda e o tempo mudou o clima
Já dei a volta por cima
E hoje eu vivo sossegado
Você puxou o meu tapete
Cuspiu no prato que comeu
Negou o que lhe pedi
Só eu não lhe esqueci
E você não me esqueceu
Você puxou o meu tapete
Cuspiu no prato que comeu
Negou o que lhe pedi
Só eu não lhe esqueci
E você não me esqueceu
Mulher sem nome
Sem companhia e sem dono
Vive só no abandono
Não percebe o que perdeu
Vendendo o corpo
Pelos os botecos bebendo
Enchendo a cara e dizendo
Que um dia eu já fui seu
Você perdeu na loteria
Ganhou o que mereceu
Você nunca vai mudar
Eu não vou lhe perdoar
Esqueça que já fui seu
Você perdeu na loteria
Ganhou o que mereceu
Você nunca vai mudar
Eu não vou lhe perdoar
Esqueça que já fui seu
Você zombou da minha cara
E quer voltar pra mim agora
Como papel de banheiro
Me enrolou o tempo inteiro
Me usou e jogou fora
Você zombou da minha cara
E quer voltar pra mim agora
Como papel de banheiro
Me enrolou o tempo inteiro
Me usou e jogou fora



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