Submerso
Lupino
Abro a porta
Sigo no mesmo lugar
O medo de sentir medo me tira o ar
Num labirinto não tardo a me encontrar
Cada destino promete um novo lar
Em meio à tempestade
Não acho um cais para me ancorar
Sigo a naufragar
Distante
Entre o caos e as incertezas
Retraço as rotas
Disfarço todas as fraquezas
Insisto na ilusão
Envolto pela correnteza
Entrego os pontos
Me reinvento na frieza
Da tua indecisão
Viro e me afasto
Sinto a corrente pesar
Preso ao invisível do meu sonhar
Em meio à tempestade
Não acho um cais para me ancorar
Sigo a naufragar
Distante
Entre o caos e as incertezas
Retraço as rotas
Disfarço todas as fraquezas
Insisto na ilusão
Envolto pela correnteza
Entrego os pontos
Me reinvento na frieza
Da tua indecisão
Entre o caos e as incertezas
Sigo submerso, aguardando o momento em que o empuxo aja
Pra me emergir da escuridão
Envolto pela correnteza
Tento fugir dessa tormenta que me assola dia a dia
Sou uma gota nessa imensidão
Entre o caos e as incertezas
Retraço as rotas
Disfarço todas as fraquezas
Insisto na ilusão
Envolto pela correnteza
Entrego os pontos
Me reinvento na frieza
Da tua indecisão



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