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H2Sul Esse É Meu País
Mano Careca MT
H2Sul Esse É Meu País
Ai Brasil H2Sul vai narrar a sua história
A rima e forte
Tá gravada na memória
Ai presidente
O povo pobre diz
Esse e meu pais
Eu não sei o meu destino
Eu não sei pra onde vou
Quem eu sou não importa
Eu sou um menino sonhador
Discriminado, rejeitado, mal amado
Magoado, revoltado com a sociedade
Que so sabe roubar, discriminar
O cara que canta rap
Sou preto, careca
Não sou ladrao meu irmão
Eu trabalho, estudo
Vou na igreja
Não sou bandido
Pare de me encarar
De falar, de fofocar
Da minha vida, pros outros
Cadê minha moral
Qualquer engravatado
Me julga um marginal
Mais eu não vou desistir
Quero seguir minha carreira
Cantando, falando, desabafando
Expressando, narrando a real
Do racismo, do pobre favelado
Desempregado, discriminado
Doente no hospital, na cadeia
Terceiro mundo Brasil
Da violência, do desemprego
Do preconceito, do presidente
Fernando Henrique, ladrao
Burgues, mais uma vez no comando
Privatizando, o futuro do pais
Ele diz
O homem que criou o real
Vai acabar com o desemprego
Agora me responde presidente
O que será dessa gente
Do Brasil, sem emprego
Sem dinheiro, o ano inteiro
Então bate o desespero
Vai ter que roubar
Pra comprar o arroz, o feijao
E si vacilar
Os homi vão pegar
Vão te espancar
Te jogar no Casao
Então, sua família
Morre de fome meu irmão
Que situacao complicada
De quem mora aqui
Tem que pedir, implorar
Chorar, si lamentar
Pra viver, Pra não morrer
De fome, De frio
Na beira do rio
Debaixo da ponte, da praca
Do viaduto
O cara fica puto
Sem saber o que fazer
Cidadao brasileiro, si revolta
Quando olha a sua volta
Policia, miseria, politico ladrao
Da vontade de chorar
De gritar, De roubar, De matar
Pa, Pa
Não aguentou a pressao
Si matou com tiro de oitao
Não tinha parente
Foi enterrado, como indigente
Esse meu pais
Minha terra Natal
Moro no Cabral
Tô passando mal
Vou pro hospital
Chegando la vei
Fico na fila, mais de 2 horas
E um sacrificio, e tão difícil
Viver, ser atendido
Com dignidade, carinho, educacao
Cadê o doutor, onde tá a enfermeira
A consulta, o remédio, sei la
Vou piorar, vou desmaiar aqui na fila
Vou ter um ataque
Tic, taque
Já foi, já era
O caixao me espera
Essa e minha terra
Esse e meu pais
Si aqui eu nasci
Aqui eu vou morrer, pode crer
Senhor, senhor, não me abandone
Esteja do meu lado
Si acaso eu cair
Quem vai me levantar
Eu não tenho aliado, não tenho chegado
Mais tenho amigo
O seu nome e Jesus Cristo
Fica aqui comigo
Agora eu passar a mensagem
Pra toda malandragem
Da nossa regiao
Sou careca, sangue bom
Você vai me ouvir
Vai ter que me engolir
Escuta ai
Um dia eu cantei
Um rap na escola
Falando a real
Falando do Cabral
Preste atencao malandro
Preste atencao
Muito malandro, não gostou
Tentou me derrubar
Me jogar pra atrás
O satanas, ficava ali tissando
Tentando me atingir
Pode crer
O sangue de Jesus tem poder
No outro dia, veio um fulano
Falar pra mim
Ai, você como religioso
Não pode agir dessa maneira
Falar de Jesus Cristo
E xingar ao mesmo tempo
Besteira, eu faco o que quiser
O rap e meu
Fui eu, que bati cabeça
Eu tenho o dom
Que Deus me concedeu
Não misture as coisas
Religiao com vocacao
Pare de criticar, de gastar saliva
Enquanto você critica
Eu vou crescendo, vivendo, sofrendo, vencendo
O rap e tudo pra mim
Inveja mata, maltrata, doi
Não banque o herói
Mano se liga na fita
Somos H2sul
Si foda, quem não acredita
Pare de Me olhar
Com esse olhar
Invejoso, ambicioso
Procure a sua laia
Ou veste uma saia
Mane e vem de re
Essa e minha terra
Esse e meu pais
Si aqui eu nasci
Aqui eu vou morrer pode crer
Puta que pariu
Que Brasil, bom de jogar no lixo
E rico por cima
E pobre por baixo
O povo tá muito calado
So sabe sofrer
Enquanto o gringo
So anda de carro importado
Pagando um pau
Com uma gostosa do lado
O favelado, não tem o que comer
Com essa cara de bandido
E mora no Cabral
Vai cacar um servico
E e discriminado
E si for Preto
Caba de fuder
Quem vê cara
Não vê coração
Pra roubar, basta esconder
Dentro de uma farda, de um paleto
De uma gravata
Sociedade acorda e recorda
Do Collor, da CPI, do PC, do FMI, do FHC
Que esta no poder
Não tô desacatando
Nenhuma autoridade
So falo a verdade
Sem maldade
Aqui nessa cidade
Não tem seguranca
Presidente, governador, senador
Raca de paspalho
Joga baralho
Viaje para o exterior
Hotel 5 estrelas
Dinheiro do Brasil
Enquanto na favela
Rola droga, rola morte
Passa porte para o inferno
O povo reclama
Chama por Deus
Bandido com policia
Troca tiro no meio da rua
Escopeta, fuzil
Bala perdida
Tirou a vida, de mais um inocente
Boca calada, não entra mosquito
A imprensa chegou
Certamente e a Globo
Quer ganhar ibope
Entrevista daqui
Entrevista dali
Ninguém fala nada
A lei do silêncio
Atua na madrugada
Cagueta por aqui não tem
Também quem e louco
De falar alguma coisa
Quem manda aqui e traficante
Tô falando das favelas
De São Paulo, Itapevi
Morro do Alemao, Rio de Janeiro
Sou brasileiro
Moro em Cuiaba
Terra do rasqueado
Me orgulho de viver aqui
No meio da cultura
Do povo cuiabano
Não gosto de rasqueado
Mais também não discrimino
Vou mandar o meu alo
Para o meu amor
Que mora no Del Rei
Para minha mãe, minha irmã
Meu cunhado e chegado
Evaldo e companhia
Terceirao Bem Bem
Baixada cuiabana
Que bacana
Para os manos do Cabral
Aqui vai um abraco especial
Quem gostou bate palma
Quem não gostou
Bate também
Somos H2sul
Não vem que não tem
Valeu DJ
Obrigado pela forca
Essa e minha terra
Esse e meu pais
Si aqui eu nasci
Aqui eu vou morrer pode crer
H2Sul Este Es Mi País
Ay Brasil H2Sul va a narrar tu historia
La rima es fuerte
Está grabada en la memoria
Ay presidente
El pueblo pobre dice
Este es mi país
No sé mi destino
No sé a dónde voy
Quién soy no importa
Soy un niño soñador
Discriminado, rechazado, mal amado
Herido, indignado con la sociedad
Que solo sabe robar, discriminar
Al tipo que canta rap
Soy negro, calvo
No soy ladrón, hermano
Trabajo, estudio
Voy a la iglesia
No soy un delincuente
Deja de mirarme fijamente
De hablar, de chismear
Sobre mi vida, a los demás
¿Dónde está mi dignidad?
Cualquier tipo con corbata
Me juzga como un marginal
Pero no me rendiré
Quiero seguir mi carrera
Cantando, hablando, desahogándome
Expresando, narrando la realidad
Del racismo, del pobre de la favela
Desempleado, discriminado
Enfermo en el hospital, en la cárcel
Tercer mundo Brasil
De la violencia, del desempleo
Del prejuicio, del presidente
Fernando Henrique, ladrón
Burgués, una vez más en el poder
Privatizando el futuro del país
Él dice
El hombre que creó el real
Acabará con el desempleo
Ahora responde presidente
¿Qué será de esta gente?
De Brasil, sin empleo
Sin dinero, todo el año
Entonces llega la desesperación
Tendrán que robar
Para comprar arroz, frijoles
Y si te descuidas
Los tipos te atraparán
Te golpearán
Te tirarán a la cárcel
Entonces, tu familia
Morirá de hambre, hermano
Qué situación complicada
Para quien vive aquí
Debe pedir, suplicar
Llorar, lamentarse
Para vivir, para no morir
De hambre, de frío
En la orilla del río
Debajo del puente, de la plaza
Del viaducto
El tipo se enoja
Sin saber qué hacer
Ciudadano brasileño, se rebela
Cuando mira a su alrededor
Policía, miseria, político ladrón
Dan ganas de llorar
De gritar, de robar, de matar
Pa, Pa
No aguantó la presión
Se mató con un tiro de revólver
No tenía parientes
Fue enterrado como indigente
Este es mi país
Mi tierra natal
Vivo en el Cabral
Me siento mal
Voy al hospital
Al llegar allá
Me quedo en la fila, más de 2 horas
Es un sacrificio, es tan difícil
Vivir, ser atendido
Con dignidad, cariño, educación
¿Dónde está el doctor, dónde está la enfermera?
La consulta, la medicina, quién sabe
Voy a empeorar, voy a desmayarme aquí en la fila
Voy a tener un ataque
Tic, tac
Ya fue, ya era
El ataúd me espera
Esta es mi tierra
Este es mi país
Si aquí nací
Aquí moriré, créelo
Señor, señor, no me abandones
Quédate a mi lado
Si acaso caigo
¿Quién me levantará?
No tengo aliados, no tengo llegados
Pero tengo un amigo
Su nombre es Jesucristo
Quédate conmigo
Ahora paso el mensaje
A toda la malandragem
De nuestra región
Soy calvo, buena sangre
Me escucharás
Tendrás que tragarme
Escucha
Un día canté
Un rap en la escuela
Hablando de la realidad
Hablando del Cabral
Presta atención, malandro
Presta atención
Muchos malandros no les gustó
Intentaron derribarme
Echarme para atrás
El diablo estaba allí tirando
Tratando de alcanzarme
Créelo
La sangre de Jesús tiene poder
Al día siguiente, vino un tipo
A decirme
Oye, tú como religioso
No puedes actuar así
Hablar de Jesucristo
Y maldecir al mismo tiempo
Tonterías, hago lo que quiero
El rap es mío
Fui yo quien lo creó
Tengo el don
Que Dios me dio
No mezcles las cosas
Religión con vocación
Deja de criticar, de malgastar saliva
Mientras tú criticas
Yo sigo creciendo, viviendo, sufriendo, venciendo
El rap es todo para mí
La envidia mata, maltrata, duele
No te hagas el héroe
Mano, presta atención
Somos H2sul
Que le den a quien no cree
Deja de mirarme
Con esa mirada
Envidiosa, ambiciosa
Busca a los de tu calaña
O ponte una falda
Mané y ven de re
Esta es mi tierra
Este es mi país
Si aquí nací
Aquí moriré, créelo
Maldita sea
Qué Brasil, bueno para tirar a la basura
Es rico por arriba
Y pobre por abajo
La gente está muy callada
Solo sabe sufrir
Mientras el extranjero
Solo anda en carro importado
Haciendo alarde
Con una chica sexy al lado
El favelado no tiene qué comer
Con esa cara de bandido
Y vive en el Cabral
Va a buscar un trabajo
Y es discriminado
Y si es negro
Se jodió
Quien ve cara
No ve corazón
Para robar, basta con esconder
Dentro de un uniforme, de un traje
De una corbata
Sociedad, despierta y recuerda
A Collor, a la CPI, al PC, al FMI, a FHC
Que está en el poder
No estoy faltando el respeto
A ninguna autoridad
Solo hablo la verdad
Sin maldad
Aquí en esta ciudad
No hay seguridad
Presidente, gobernador, senador
Raza de tontos
Juegan a las cartas
Viajan al extranjero
Hotel 5 estrellas
Dinero de Brasil
Mientras en la favela
Hay drogas, hay muerte
Pasaje directo al infierno
La gente se queja
Llama a Dios
Bandidos con la policía
Intercambian disparos en la calle
Escopeta, fusil
Bala perdida
Quitó la vida de otro inocente
Boca cerrada, no entran mosquitos
La prensa llegó
Seguramente es Globo
Quiere ganar audiencia
Entrevista por aquí
Entrevista por allá
Nadie dice nada
La ley del silencio
Actúa en la madrugada
Soplón por aquí no hay
Además, quién está loco
De decir algo
Aquí manda el traficante
Hablo de las favelas
De São Paulo, Itapevi
Morro do Alemão, Río de Janeiro
Soy brasileño
Vivo en Cuiabá
Tierra del rasqueado
Me enorgullezco de vivir aquí
En medio de la cultura
Del pueblo cuiabano
No me gusta el rasqueado
Pero tampoco discrimino
Mando un saludo
A mi amor
Que vive en Del Rey
A mi madre, mi hermana
Mi cuñado y amigos
Evaldo y compañía
Terceirao Bem Bem
Baixada cuiabana
Qué bueno
Para los hermanos del Cabral
Aquí va un abrazo especial
Quien le guste, aplauda
Quien no le guste
También aplauda
Somos H2sul
No vengas si no crees
Gracias DJ
Gracias por el apoyo
Esta es mi tierra
Este es mi país
Si aquí nací
Aquí moriré, créelo



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