No Precipício
Marcela Lobato
É uma rua escura
E eu vou seguindo sem ter direção
Um caminho perigoso
E eu sigo pela contramão
De repente vejo
A Lua escura alta no céu
Um simples passo em falso
E cá estou eu no abismo outra vez
No oceano de águas revoltas
Esperando algo, esperando nada
Sonhos quebrados, dias amargos
A juventude que se foi
Mas não importa, nada disso importa mais (não, não, não, não)
Estou sozinha
No precipício mais uma vez
Mais uma vez
As águas são geladas
O caminho é duro
Não há como voltar
Não há bifurcações
Só eu e meus demônios
Eu e meus demônios
Me afogando entre as ondas
Vejo que as águas são parte de mim
O frio vem de dentro
E a tempestade começou a cair
Só a minha sombra me acompanha aqui
Esperando algo
Esperando nada
Sonhos quebrados, dias amargos
A juventude que se foi
Mas não importa
Nada disso importa mais (não, não, não, não)
Estou sozinha
No precipício mais uma vez
Eu posso ir
Não tenho medo de não ficar
Mas se continuar
Que na noite mais escura
A estrela d’alva possa me guiar
Esperando algo, esperando nada
Sonhos quebrados, dias amargos
A juventude que se foi
Mas não importa
Nada disso importa mais (não, não, não, não)
Estou sozinha
No precipício mais uma vez
Mais uma vez
No precipício mais uma vez
Mais uma vez
No precipício mais uma vez



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