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Anjos de Rua
Marcelino Ferrer
Anjos de Rua
À noite a cidade tem um brilho lindo, lindo
Por que não brilha assim o meu olhar?
Horizontes e sonhos vão sumindo, sumindo
Estrelas frias contam histórias de ninar
Você passa e nem me vê
Você passa e nem me vê?!
Você passa e nem me vê
Você nunca percebe
Os anjos que dormem nas ruas com frio, com fome
Será que você não percebe nos anjos um rosto?
Um rosto?
Um rosto?
Você tem todo o tempo do mundo pra pensar
Na sua culpa sem querer por eu não ter o dia inteiro pra viver
Assisto do escuro das ruas você no seu lar
Janelas, salas de jantar, luzes de TV
Por que eu iria querer viver como você
Com grana, carros, sapatos, gravatas e um nome?
Você nunca percebe
Os anjos que dormem nas ruas com frio, com fome
Será que você não percebe nos anjos um rosto?
Um rosto?
Um rosto?
Eu nunca fui burguês
Não aprendi a chorar
Não me fale dessas leis
Foram feitas para você
Pra você que pensa que o mundo tem que ser o seu espelho
Um mundo de nobres senhores e escravos, seu mundo perfeito
Digo que espelhos se quebram e todo sangue é vermelho
E mesmo que você possa comprar o céu com todo seu dinheiro
Você nunca vai ouvir as histórias de ninar
Que as estrelas frias contam para quem dorme nas ruas e não pode mais voar
Ángeles de la Calle
En la noche la ciudad tiene un brillo hermoso, hermoso
¿Por qué no brilla así mi mirada?
Horizontes y sueños se desvanecen, se desvanecen
Estrellas frías cuentan historias de arrullo
Pasas y ni siquiera me ves
¡Pasas y ni siquiera me ves!
Pasas y ni siquiera me ves
Nunca te das cuenta
De los ángeles que duermen en las calles con frío, con hambre
¿Acaso no ves en los ángeles un rostro?
¿Un rostro?
¿Un rostro?
Tienes todo el tiempo del mundo para pensar
En tu culpa sin querer por no tener todo el día para vivir
Te observo desde la oscuridad de las calles en tu hogar
Ventanas, comedores, luces de TV
¿Por qué querría vivir como tú?
¿Con dinero, autos, zapatos, corbatas y un nombre?
Nunca fui burgués
No aprendí a llorar
No me hables de esas leyes
Fueron hechas para ti
Para ti que piensas que el mundo debe ser tu espejo
Un mundo de nobles señores y esclavos, tu mundo perfecto
Digo que los espejos se rompen y toda sangre es roja
Y aunque puedas comprar el cielo con todo tu dinero
Nunca escucharás las historias de arrullo
Que las estrellas frías cuentan a quienes duermen en las calles y ya no pueden volar



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