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Elegia da Saudade I
Marco Oliveira
Quando as rosas adormecem
No peito de quem amou
São as saudades que tecem
Um coração que ficou
O remorso do que fomos
A pouco e pouco se esquece
Nada resta do que somos
Quando o amor se desvanece
Há uma voz do passado
Na sombra do que desfiz
Que recorda em cada fado
As memórias que não quis
Ruas e ruas desertas
No silêncio do meu peito
Ficam janelas abertas
De um passado já desfeito
Quando as rosas adormecem
No peito de quem amou
Só as saudades se tecem
Num coração que ficou
Escrita por: Marco Oliveira. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por António. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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