
Mariposa
Marcos Sabino
Êta, mulher assanhada
Sempre na parada, quando tem forró
Roda, escorrega de saia apertada
Não pode sentir cheiro de um paletó
Gosta de dança colada
Quando toca o fole do Seu Gonzagão
Não quer conversa, não liga pra nada
Só quer ficar agarrada no forró baião
Eu vou contar pra você
E você pode nem acreditar
Mulher danada, quando cai na madrugada
Mariposa quebra a asa
Se a lâmpada apagar
Eu vou contar pra você
E você pode nem acreditar
Mulher com fogo, vai pra barriga do lobo
Se cai na boca do povo
O caçador não vai salvar
Quero ver, diz que tá
Vamo vê
Onde tá, quero ver
Êta, mulher assanhada
Sempre na parada, quando tem forró
Roda, escorrega de saia apertada
Não pode sentir cheiro de um paletó
Gosta de dança colada
Quando toca o fole do Seu Gonzagão
Não quer conversa, não liga pra nada
Só quer ficar agarrada no forró baião
Eu vou contar pra você
E você pode nem acreditar
Mulher danada, quando cai na madrugada
Mariposa quebra a asa
Se a lâmpada apagar
Eu vou contar pra você
E você pode nem acreditar
Mulher com fogo, vai pra barriga do lobo
Se cai na boca do povo
O caçador não vai salvar
Eu vou contar pra você
E você pode nem acreditar
Mulher danada, quando cai na madrugada
Mariposa quebra a asa
Se a lâmpada apagar
Eu vou contar pra você
E você pode nem acreditar
Mulher com fogo, vai pra barriga do lobo
Se cai na boca do povo
O caçador não vai salvar
Quero ver, diz que tá
Vamo vê
Onde tá, quero ver, diz que tá



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