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Velho Hábito
Marcus Alves
Velho Hábito
(Ou, ou ou)
(Ou, ou ou)
(Ou, ou ou)
Mais uma vez me pego em cima do muro
Em cima do muro
Sei que não devo medo
Mas não nego (nêgo)
Sem colera do passado
E sem ânsia do futuro
Mais uma vez
Ou, ou ou ou
Ou, ou ou ou
E o medo do medo
Ou, ou ou ou
Ou, ou ou ou
Esse meu velho hábito
De querer resolver as coisas
Que não me cabem mais
Esse meu medo do medo
Talvez tudo mude
Talvez tudo mude
Eu tenho medo do medo
E eu mergulho no escuro
Onde, eu tenho medo do medo
Eu tenho medo do medo
Eu tenho medo do medo
E vai nascer, vai crescer, ganhar, perder
E vai nascer, vai crescer, ganhar, perder
Vieja Costumbre
(Ou, ou ou)
(Ou, ou ou)
(Ou, ou ou)
Una vez más me encuentro en la cuerda floja
En la cuerda floja
Sé que no debo tener miedo
Pero no lo niego
Sin ira del pasado
Y sin ansias del futuro
Una vez más
Ou, ou ou ou
Ou, ou ou ou
Y el miedo al miedo
Ou, ou ou ou
Ou, ou ou ou
Este mi viejo hábito
De querer resolver las cosas
Que ya no me corresponden
Este mi miedo al miedo
Quizás todo cambie
Quizás todo cambie
Tengo miedo del miedo
Y me sumerjo en la oscuridad
Donde, tengo miedo del miedo
Tengo miedo del miedo
Tengo miedo del miedo
Y va a nacer, va a crecer, ganar, perder
Y va a nacer, va a crecer, ganar, perder



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