
Fado Corrido
Maria Teresa de Noronha
Teus olhos quando tão às escuras
São duas ave-marias
Do rosário d’ amarguras
Que eu rezo todos os dias
Se eu de saudades morrer
Apalpa meu coração
Talvez eu torne a viver
Ao calor da tua mão
Se eu quero bem aos teus olhos
Mas muito mais eu quero aos meus
Pois perdeste nos olhos
Não podia ver os teus
Se os meus olhos te incomodam
Quando estão na tua frente
Eu prometo arranca-los
E amar-te cegamente
Gosto de cantar o fado
Acho que o fado tem raça
E que não foi só criado
Para cantar a desgraça
Se tenho medo da morte
Não tanto como supões
Tenho mais medo da vida
E das suas ilusões



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