
Sonhos de Autista
Mário Lúcio de Freitas
Essa verdade que esbarra
Nas mentiras que a vida me prega
É uma pontada que regra
Meio no tapa, na marra
O meu jeito todo sem jeito
De ser um cara avoado
Não consigo deixar de lado
O camuflado do peito
São razões diferentes
Que a vida me atira na cara
Confesso meio entre os dentes
Que essa ferida não sara
Dessa verdade que esfola
A minha pele exposta
Eu sinto o peso nas costas
E seu cravar das esporas
Vejo seu vulto pequeno
Sinto seus sonhos de autista
Acho importante a conquista
Não fez efeito o veneno
São razões diferentes
Que a vida me atira na cara
Confesso meio entre os dentes
Que essa ferida não sara
Essa verdade que esbarra
Nas mentiras que a vida me prega
É uma pontada que regra
Meio no tapa, na marra
O meu jeito todo sem jeito
De ser um cara avoado
Não consigo deixar de lado
O camuflado do peito
São razões diferentes
Que a vida me atira na cara
Confesso meio entre os dentes
Que essa ferida não sara
Dessa saudade que esfola
A minha pele exposta
Eu sinto o peso nas costas
E seu cravar das esporas



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