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Alforria - Rapsódia de Quintilhas do Lundum
Mário Lundum
E tudo me foi negado
Desde a hora em que partiste
Deixaste um peito fechado
A corrente e cadeado
Para que ninguém o abrisse
Deixaste-me os dias tristes
As noites longas em vão
E não contente feriste
A ave que me resiste
No alto do coração
Se essa tua mão fechada
Não me obrigasse ao castigo
De ver a vida parada
Entregue a tudo e a nada
Em liberdade cativo
Entre a dor e a agonia
Vivo a minha condição
À espera que tu um dia
Numa espécie de alforria
Libertes meu coração
Escrita por: Alfredo Duarte Marceneiro / Joaquim Campos / Pedro Rodrígues / Rogerio Oliveira. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Mário. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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