
Lágrimas del Alma
Mariza
Lágrimas del Alma
As coisas vulgais que há na vida, não deixam saudade
Só as lembranças que doem, ou fazem sorrir
Há gente que fica na história, na história da gente
E outras de caina e novo, lembramos a ouvir
São emoções que dão vida à saudade que trago
Aquelas que tive contigo e acabei por perder
Há dias que marcam a alma e a vida da gente
E aquela em que tu me deixaste, não posso esquecer
A chuva molhava- me o rosto, enjoado e cansado
As ruas que a cidade tinha, já eu percorrera
Lá em meu choro de moça perdida, gritava à cidade
Que o fogo do amor sob a chuva a instantes, caíra
A chuva ouviu e calou meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro, trazendo a saudade
A chuva molhava - me o rosto, enjoado e cansado
As ruas que a cidade tinha, já eu percorrera
Lá em meu choro de moça perdida, gritava à cidade
Que o fogo do amor sob a chuva a instantes, caíra
A chuva ouviu e calou meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro, trazendo a saudade



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