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Que ousadia dos meus dedos
O seu corpo percorrer
Fingindo guardar segredos
Já cansado de saber

Rotas em que se aventuram
Minhas mãos fingem que esquecem
E no seu corpo procuram
Caminhos que já conhecem

Deixa a luz acesa, querida
Que atitude estranha a tua
Porque não te ver despida
Se há pouco eu te tive nua

Se os momentos são bisonhos
Que o amor decifra e traduz
São os pedaços de sonhos
Que nos invadem de luz

Meu coração não te esquece
Refém de estranhas rotinas
Ah, se a manhã te trouxesse
Quando eu abrisse as cortinas

Escrita por: Marlon Borges / Gilvan Carneiro Da Silva. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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