
Madrepérola
Matheus de Bezerra
Tô de madrepérola, aceso pela lampada
Da publicidade vertical
Seus sonhos estavam lá, no fundo das telas
Eu acho que nunca vi os seus olhos
Como você quer que eu beije a sua boca
Sem me dar a certeza de que é real
E agora que os carros estão no céu
Não existem pássaros
Como você quer que eu te diga o que eu sinto
Se o seu sentimento é digital
E agora que os corpos só ouvem as cabeças
Não existe a sensação
Tô de madrepérola, toda
Na publi, na-na publicidade verti-ver vertical
Eu acho que nunca vi os seus olhos
Toda, na publici-na publicidade vertical
Não olha os cães la da praça dos gatos
Não fala sobre Deus com cientistas
Não vê mais o lamaçado das camisas
Se importa com a sujeira de sapatos
Não olha os cães la da praça dos gatos
Não fala sobre Deus com cientistas
Não vê mais o lamaçado das camisas
Se importa com a sujeira de sapatos
Tô de madrepérola, toda
Na publici-na publi, na publicidade vertical
Eu acho que nunca vi os seus olhos
Eu acho que, eu acho que não
Eu acho que, eu acho que não
Eu acho que nunca vi os seus sonhos, não



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