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Criança Voodoo
MC Mestiço
Criança Voodoo
Não nasci com dinheiro, nem nome de fazendeiro
Eu estudando e minha mãe trabalhando o dia inteiro
Ela quer que eu me forme e eu vou ser o primeiro
Infelizmente eu não tive talento pra ser herdeiro
Na terra do pão de queijo tratado que nem rato
Sem tato pra simpatia, pra tia que julga meu retrato
Fiz um trato, não vou ser só mais um contrato
Desde o tratado de Tordesilhas somos maltratados
Senhores de engenho não me deixam dormir
Fizeram daqui um lugar bom pra se destruir
Eu não tenho terra nem pra plantar nem pra construir
Mas tenho a esperança de fazer minha mãe sorrir
Vi crime na vitrine, pensei em ter do melhor
Talvez eu morra jovem igual o Belchior
Eu sou fruto do meio, por isso o dedo do meio
Desculpa mãe sei que é feio, mas me obrigaram a ser pior
Pra chegar peguei dois buzu
Criança voodoo
Tenho que percorrer o dobro
Criança voodoo
Pra chegar peguei dois buzu
Criança voodoo
Tenho que percorrer o dobro
Criança voodoo
Sem sobrenome onde banqueiros são 'omni'
Mandar e desmandar aqui é sobre ter nome
Na terra dos juízes que se acham super homem
Meu questionamento é 'criptonita', tomem
Meritocracia é tipo um conto de fadas
Só acredita quem tem a globo como madrasta
Sonho americano no Brasil vira piada
Vendemos matéria prima usamos matéria usada
Por aqui o crime te compra por uma 66
Tenho a caneta nas mãos, sou um poeta
Só que nesse mundo você vale o que cê tem na carteira
Vim do fundo tipo lodo, quero o topo tipo atleta
Depois de tanto trampo, tanto pranto
O choro é regador nessa letra que eu canto
Depois do tanto que eu ando passando, pensando
Tenho poesias pra mais de um ano e contando
Pra chegar peguei dois buzu
Criança voodoo
Tenho que percorrer o dobro
Criança voodoo
Pra chegar peguei dois buzu
Criança voodoo
Tenho que percorrer o dobro
Criança voodoo
Em meio a cidade o único meio é necessidade
Uns morre de fome outros mata a vontade
Pautas como reforma do ensino médio: Marketing
Dá o que eles quer não o que precisam de verdade
Escorreria uma lágrima, mas meu coração é inverno
Pagando meus pecados no crédito
Eles rezando pro Dória votando no mérito
Da onde venho se aposentar já era inédito
Nesse mar de lamentações, paciência estoura represa
Meço problemas, arremesso dilemas
Nenhum dono de empresa vai ver minha alegria presa
Sou caçador onde as onças são presa
O maior sonho é minha mãe não se preocupar
Me ocupar de fazer o que vai me sustentar
Parar no Sus ou tentar, mudar o mundo não dá
Mas o mundo dela eu sei que eu posso melhorar
Niño Vudú
No nací con dinero, ni con nombre de hacendado
Estudiando y mi madre trabajando todo el día
Quiere que me gradúe y seré el primero
Lamentablemente no tuve talento para ser heredero
En la tierra del pan de queso tratado como ratón
Sin tacto para la simpatía, para la tía que juzga mi retrato
Hice un trato, no seré solo otro contrato
Desde el tratado de Tordesillas somos maltratados
Los señores de ingenio no me dejan dormir
Han hecho de aquí un lugar bueno para destruir
No tengo tierra ni para plantar ni para construir
Pero tengo la esperanza de hacer sonreír a mi madre
Vi crimen en la vitrina, pensé en tener lo mejor
Quizás muera joven como Belchior
Soy fruto del medio, por eso el dedo medio
Perdón mamá, sé que es feo, pero me obligaron a ser peor
Para llegar tomé dos buses
Niño vudú
Tengo que recorrer el doble
Niño vudú
Sin apellido donde los banqueros son 'omni'
Mandar y desmandar aquí es tener nombre
En la tierra de jueces que se creen superhombres
Mi cuestionamiento es 'criptonita', tomen
La meritocracia es como un cuento de hadas
Solo cree quien tiene a la globo como madrastra
El sueño americano en Brasil se convierte en broma
Vendemos materia prima, usamos materia usada
Por aquí el crimen te compra por una 66
Tengo la pluma en las manos, soy un poeta
Pero en este mundo vales lo que tienes en la billetera
Vengo del fondo como lodo, quiero la cima como atleta
Después de tanto trabajo, tanto llanto
El llanto es regador en esta letra que canto
Después de tanto que paso, pensando
Tengo poesías para más de un año y contando
Para llegar tomé dos buses
Niño vudú
Tengo que recorrer el doble
Niño vudú
En medio de la ciudad la única salida es la necesidad
Unos mueren de hambre, otros matan a voluntad
Temas como la reforma de la educación media: Marketing
Dan lo que quieren, no lo que realmente necesitan
Caería una lágrima, pero mi corazón es invierno
Pagando mis pecados a crédito
Ellos rezando por Doria, votando por mérito
De donde vengo, jubilarse ya era inédito
En este mar de lamentaciones, la paciencia desborda la represa
Mido problemas, lanzo dilemas
Ningún dueño de empresa verá mi alegría presa
Soy cazador donde las onzas son presa
El mayor sueño es que mi madre no se preocupe
Ocuparme de hacer lo que me sustentará
Parar en el Sus o intentar, cambiar el mundo no es posible
Pero sé que puedo mejorar su mundo



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