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Mataram o Brasil
MC Mestiço
Mataram o Brasil
Boom, a bomba explodiu
Mataram o Brasil, mataram o Brasil
Na frente da família 17 tiros de fuzil
Escolheram aquele racista pra ser o presidente do Brasil
Boom, a bomba explodiu
Mataram o Brasil, mataram o Brasil
Na frente da família 17 tiros de fuzil
Escolheram um homofóbico pra ser o presidente do Brasil
Vamo lutando, lutando, lutando
Eles tirando, tirando, tirando
Nossos direitos, direitos, direitos
Tão nos matando, matando, matando
Você não sabe o que é caminhar
Sob a mira de um racista
Fascista alemão ou brasileiro
Estraçalha mulheres, gays, índios e negros
Na muralha também é refém
Mais um cidadão de bem
Servindo a tradicional família
Pobre e sem direito metido a burguesia
Falta raciocínio, falta estudo
Falta consciência, nos falta é tudo
Na crise desespero é dor
Tem gente que escolhe o lobo com medo do lenhador
Vai lá, bate a panela vazia
Vem pra rua, oh, cheiro de hipocrisia
Bêbados de água benta
Acreditando na vinda de um Jesus Cristo de ponto 40
No Brasil todo dia é dia das bruxas
Quando você vê que o presidente é um bucha
Folclore nacional isso aí
Contra o Saci escolheram um zumbi
País dos que não são ternos e maletas
País do colarinho branco que coloca os preto nas gavetas
País do cheque em branco e das calça bege
País das gravatas arrochando o pescoço da plebe
Voom, a bomba explodiu
Mataram o Brasil, mataram o Brasil
Na frente da família 17 tiros de fuzil
Escolheram aquele machista pra ser o presidente do Brasil
Boom, a bomba explodiu
Mataram o Brasil, mataram o Brasil
Na frente da família 17 tiros de fuzil
Escolheram um intolerante pra ser o presidente do Brasil
Vamo lutando, lutando, lutando
Eles tirando, tirando, tirando
Nossos direitos, direitos, direitos
Tão nos matando, matando, matando
Ouviram do Ipiranga tiros de bala
De um povo justiceiro e intolerante
E o Sol da liberdade não é pra muitos
Brilhou no céu da pátria ignorante
Era uma casa engraçada, tinha teto de gastos
Mas os juízes viviam em um sobrado
Berço esplêndido de ouro maciço
Dorme a justiça uma crioula que odeia mestiços
Acorda Suzy você não é a Barbie
Acorda Havan você não é Wall Mart
This is América do Sul
Onde Childish Gambino morre antes de se tornar cool
Eles não ligam pra periferia
Lave o rosto nas águas sagradas da empatia
Colocaram um alvo na sua cara
E você achando que todo mundo pode comprar uma arma
Brasil mostra sua cara, não o seu fuzil
Claudia arrastada, Amarildo sumiu
Mataram o Jean Vitor no Residencial 2000
Democracia pra quem? Se aqui ninguém viu
Amarelo é febre
Azul é roxo que no peito apodrece
Verde de vômito
Vai aperta o confirma e confirma o seu óbito
Vamo lutando, lutando, lutando
Eles tirando, tirando, tirando
Nossos direitos, direitos, direitos
Tão nos matando, matando, matando
Mataram al Brasil
Boom, la bomba explotó
Mataram al Brasil, mataron al Brasil
Frente a la familia 17 tiros de fusil
Escogieron a ese racista para ser presidente de Brasil
Vamo luchando, luchando, luchando
Ellos quitando, quitando, quitando
Nuestros derechos, derechos, derechos
Nos están matando, matando, matando
No sabes lo que es caminar
Bajo la mira de un racista
Fascista alemán o brasileño
Destroza mujeres, gays, indígenas y negros
En el muro también es rehén
Otro ciudadano de bien
Sirviendo a la tradicional familia
Pobre y sin derecho haciéndose pasar por burgués
Falta razonamiento, falta estudio
Falta conciencia, nos falta todo
En la crisis el desespero es dolor
Hay gente que elige al lobo por miedo al leñador
Ve allá, golpea la olla vacía
Ven a la calle, oh, olor a hipocresía
Borrachos de agua bendita
Creyendo en la llegada de un Jesucristo calibre 40
En Brasil cada día es día de brujas
Cuando ves que el presidente es un títere
Folclore nacional eso es
Contra el Saci eligieron un zombi
País de los que no son tiernos y maletas
País del cuello blanco que mete a los negros en los cajones
País del cheque en blanco y de los pantalones beige
País de las corbatas apretando el cuello de la plebe
Voom, la bomba explotó
Mataron al Brasil, mataron al Brasil
Frente a la familia 17 tiros de fusil
Escogieron a ese machista para ser presidente de Brasil
Vamo luchando, luchando, luchando
Ellos quitando, quitando, quitando
Nuestros derechos, derechos, derechos
Nos están matando, matando, matando
Oídos del Ipiranga disparos de bala
De un pueblo justiciero e intolerante
Y el Sol de la libertad no es para muchos
Brilló en el cielo de la patria ignorante
Era una casa graciosa, tenía techo de gastos
Pero los jueces vivían en un sobrado
Cuna espléndida de oro macizo
Duerme la justicia una criolla que odia a los mestizos
Despierta Suzy, no eres Barbie
Despierta Havan, no eres Wall Mart
This is América del Sur
Donde Childish Gambino muere antes de volverse cool
A ellos no les importa la periferia
Lávate la cara en las aguas sagradas de la empatía
Te pusieron un blanco en la cara
Y tú pensando que cualquiera puede comprar un arma
Brasil muestra tu cara, no tu fusil
Claudia arrastrada, Amarildo desapareció
Mataron a Jean Vitor en el Residencial 2000
¿Democracia para quién? Si aquí nadie vio
Amarillo es fiebre
Azul es morado que en el pecho se pudre
Verde de vómito
Aprieta el confirma y confirma tu óbito
Vamo luchando, luchando, luchando
Ellos quitando, quitando, quitando
Nuestros derechos, derechos, derechos
Nos están matando, matando, matando



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