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Saudade do Passado

Mestre Damasceno

Letra

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Saudade do Passado

Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Do tempo passado que não vai voltar
Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Da antiga Salvaterra como é bom lembrar

Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Do tempo passado que não vai voltar
Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Da antiga Salvaterra como é bom lembrar

As pedras tiradas da praia
As dunas de areia acabando
As matas se destruíram
Os barrancos desabando
Cadê a fartura de peixe
E nossas canoas de vela
Que passeavam no oceano
Que nem borboleta amarela

Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Do tempo passado que não vai voltar
Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Da antiga Salvaterra como é bom lembrar

Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Do tempo passado que não vai voltar
Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Da antiga Salvaterra como é bom lembrar

As pedras tiradas da praia
Aonde eu pegava siri
O curralzinho da beira
E as matas do bacuri
O pulsão do capinzal
Aonde eu peguei camarão
O lago que nós pescava
Tá chegando à condenação

Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Do tempo passado que não vai voltar
Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Da antiga Salvaterra como é bom lembrar

Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Do tempo passado que não vai voltar
Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Da antiga Salvaterra como é bom lembrar

Os coqueiros reviraram
E os murucizais derrubaram
O progresso já chegou
Mas nossa riqueza acabaram
Os igarapés estão secando
No mangal é a destruição
Ta chegando o chicungunha
Dengue e zica vírus
É culpa da devastação

Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Do tempo passado que não vai voltar
Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Da antiga Salvaterra como é bom lembrar

Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Do tempo passado que não vai voltar
Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Da antiga Salvaterra como é bom lembrar

Os coqueiros reviraram
E os murucizais derrubaram
O progresso já chegou
Mas nossa riqueza acabaram
Os igarapés estão secando
No mangal é a destruição
Ta chegando o chicungunha
Dengue e zica vírus
É culpa da devastação

Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Do tempo passado que não vai voltar
Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Da antiga Salvaterra como é bom lembrar

Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Do tempo passado que não vai voltar
Ai, que saudade me dá
Ai, que saudade me dá
Da antiga Salvaterra como é bom lembrar

Nostalgia del Pasado

Ay, qué nostalgia me da
Ay, qué nostalgia me da
Del tiempo pasado que no volverá
Ay, qué nostalgia me da
Ay, qué nostalgia me da
De la antigua Salvaterra, qué bueno recordar

Las piedras sacadas de la playa
Las dunas de arena desapareciendo
Los bosques destruidos
Los barrancos desmoronándose
¿Dónde está la abundancia de peces
Y nuestras canoas de vela
Que navegaban en el océano
Como mariposa amarilla?

Ay, qué nostalgia me da
Ay, qué nostalgia me da
Del tiempo pasado que no volverá
Ay, qué nostalgia me da
Ay, qué nostalgia me da
De la antigua Salvaterra, qué bueno recordar

Las piedras sacadas de la playa
Donde solía atrapar cangrejos
El corralito de la orilla
Y los bosques de bacurí
El pulso del pastizal
Donde pescaba camarones
El lago donde pescábamos
Está llegando a la condena

Ay, qué nostalgia me da
Ay, qué nostalgia me da
Del tiempo pasado que no volverá
Ay, qué nostalgia me da
Ay, qué nostalgia me da
De la antigua Salvaterra, qué bueno recordar

Los cocoteros volteados
Y los murucizales derribados
El progreso ya llegó
Pero nuestra riqueza se acabó
Los arroyos se están secando
En el manglar es la destrucción
Llega el chikungunya
Dengue y virus del zika
Es culpa de la devastación

Ay, qué nostalgia me da
Ay, qué nostalgia me da
Del tiempo pasado que no volverá
Ay, qué nostalgia me da
Ay, qué nostalgia me da
De la antigua Salvaterra, qué bueno recordar


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