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Eu trago a luz do luar, o brilho das estrelas
O cheiro de terra nas mãos
O sangue que corre nas veias
O amor pela vida, a simplicidade de peão
Eu sou nascente de um riacho
Que brota no mato, raiz de uma plantão
Cascata que desce lavando a ceiva da mata
E do chão, eu sou o sertão

Estrada que vem e que vai
Distância que corta o sertão
Saudade da moça que espera
Na janela me acendo a mão
Eu sou o sertão

Estrada que vem e que vai
Distância que corta o sertão
Saudade da moça que espera
Na janela me acendo a mão
Eu sou o sertão

Eu sou viola e canção de estradeiro a paixão
Poeira pairando no ar
Vaqueiro, tocando a boiada feliz pela estrada
Com laço e berrante a tocar
A chuva que cai no serrado
A noite chegando e se pondo na imensidão
O dono do rancho e do gado
Da flor e o perfume que é inspiração
Eu sou o sertão

Estrada que vem e que vai
Distância que corta o sertão
Saudade da moça que espera
Na janela me acendo a mão
Eu sou o sertão

Estrada que vem e que vai
Distância que corta o sertão
Saudade da moça que espera
Na janela me acendo a mão
Eu sou o sertão

Escrita por: Miguel Lozarte Rodrigues dos Santos. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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