De Tombos e Domas
Moisés Oliveira
Este flete maneado no tronco
Quebrado de queixo, rejeita os arreios
O lombo riscado de espora
Laçassos de outrora de outros campeiros
Por mala suerte te aporrearam
Mas vou te mostrar como sou domador
Te risco a viria a laçasso de mango
Fica bom de boca e marchador
Te risco a viria a laçasso de mango
Fica bom de boca e marchador
Pode berrar, corcovear
Das rédeas não vou largar
Sou professor, sou domador
E gosto de escramuçar
Pode berrar, corcovear
É tua sina em minha mão
Pra descer aqui de cima
Só se os dois cair no chão
Este flete escarvando patas
Derrubando cerca, mordendo os arreios
Vai sertir a tala do mango
O trim das roseta pedindo freio
Oigalê que o patrão nem quis
Pagar em dinheiro por precaução
E trouxe comigo o cavalo aporreado
Por conta e serviço da domação
E trouxe comigo o cavalo aporreado
Por conta e serviço da domação



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