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Sinto uma dor
Turvando o meu olhar
É dor de amor
Mas não quero chorar
Pois olho d’água vira quando rompe o chão
Um ribeirão
Depois um mar

No mar de dor
Não quero me afogar
Acho melhor
O pranto não rolar
Mas toda mágoa é sempre herança de ilusão
Que deve aos poucos corroer meu coração

A dor de dentro
Traz um lamento
Que eternamente pode me acompanhar
A dor de fora
Vai logo embora
Em cada lágrima que vai secar

Por mais que eu tema
Fica o dilema
Na minha alma só pra me atormentar
Não sei se ajeito
A dor no peito
Ou se ela morre se eu morrer de chorar

A dor de dentro
Traz um lamento
Que eternamente pode me acompanhar
A dor de fora
Vai logo embora
Em cada lágrima que vai secar

Por mais que eu tema
Fica o dilema
Na minha alma só pra me atormentar
Não sei se ajeito
A dor no peito
Ou se ela morre se eu morrer de chorar

Sinto uma dor
Turvando o meu olhar
É dor de amor
Mas não quero chorar
Pois olho d’água vira quando rompe o chão
Um ribeirão
Depois um mar

E é muito mar
Que tem no fundo do olhar
Que até dá pra assustar
Todo o amor que acaba deixa mais um mar
Que vou fazer?
É o modo meu de amar

Escrita por: Mario Adnet / Paulo César Pinheiro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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