
Delírio Coletivo
Morte ao Rei
Um tolo sempre encontra alguém mais tolo pra admirar
Ignorância pura sem pestanejar
Fanatismo cego e surdo difícil de entender
Boiada raivosa fugiu do cercado, estão batendo os cascos
Discurso palatável pra uma parte da população
Mentiras suculentas de fácil digestão
O medo de um fantasma oculto que assombra o imaginário
Banalização do ódio, vivendo o contraditório
Os homens de bem
Não pagam impostos e vivem de corrupção
Sempre que convém
Gastam dinheiro público com prostituição
São apenas moscas idolatrando o corpo em decomposição
Seguindo obediente inconsciente negação
Atitudes idiotas, vazias e truculentas
Patriotas espumando barbárie, e decadência vinda aos pares
Supremacistas brancos entregando tudo ao ódio
Colonização fascista revestida de pódio
Atraso provocado por quem já pulou do barco
Seu capitão pediu asilo, enquanto a tropa segue pro abismo
Os homens de bem
Máquinas hipócritas em autodestruição
Sempre que convém
Bandido bom é bandido preso em sua mansão
Degeneração humana, regressão
Histeria, surto ou psicose?
Degeneração humana, alucinação
Delírio coletivo ou hipnose?
Os homens de bem
Não pagam impostos e vivem de corrupção
Sempre que convém
Gastam dinheiro público com prostituição
Os homens de bem
Máquinas hipócritas em autodestruição
Sempre que convém
Bandido bom é bandido preso em sua mansão



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